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Economia criativa movimenta mercado de luxo de Curitiba

Inspirada na obra da artista plástica curitibana Janete Mehl, a designer de jóias Silvia Doring lança, nos dias 23 e 24 de agosto, uma nova coleção. Além de tendência de moda, Doring aposta em uma estratégia que é tendência de mercado: a economia criativa.

“Eu sempre busco inspiração nas artes, arquitetura e moda. Já fiz, por exemplo, uma coleção inspirada na obra de Beatriz Milhazes, então essa é uma prática muito adotada por mim”, conta Silvia. “No caso da Janete, fui até o atelier dela para conhecer o trabalho e fiquei encantada com as peças. Na hora que vi eu soube o que fazer”, completa.

A coleção é diferente das que Silvia costuma fazer, são todas peças feitas à mão com muito volume e formas irregulares, e a expectativa é de muitas vendas e novos clientes devido à mudança no estilo dos produtos.

Economia Criativa

Para o diretor-executivo da ONG Universidade Livre da Cultura, que trabalha com projetos culturais e faz a ponte entre empresas e artistas, Ricardo Trento, a tendência é que os empresários estejam sempre atentos aos movimentos culturais e tirem da arte e da cultura popular subsídios para novos produtos. “É dessa forma que as empresas se diferenciarão em um mercado competitivo como o que temos hoje, em que os produtos são muito semelhantes entre si”, avalia. “Economia criativa é isso: explorar de forma inteligente o valor econômico da arte, não apenas em sua forma bruta, mas também em forma de produtos e serviços”, completa.